Conte a história de seu Carro Antigo por Thiago Barbosa e seu Opala 1980.


Bom.... poucas pessoas me conhecem... E estas poucas que me conhecem sabem que eu passo a maior parte do tempo... falando sobre meu velho opala, velho apenas no modo de falar, sou um feliz proprietário de um Comodoro, ano 1980 4cil, que estou reformando, aos poucos, más são pequenos passos que nos levam a grandes distancias.
Todos nós desde a infância nutrimos pequenos sonhos, sonhos os quais muitos realizam,outros os abandonam ainda na infância, o meu caso, é até engraçado, desde meus 6 anos de idade, sou apaixonado por veículos antigos, opalas, caravans, mavericks, fuscas etc... e esse meu sonho, me levou a desde pia encher o saco dos meus parentes, dizendo que meu carro ia ser um opala, só vou comprar opalas, hehehe, pois bem, vamos aos fatos.

Este é o estado atual de meu opala... desconsiderem o adesivo de vende-se, pois foi uma fase ruim de minha vida... quando me mudei para São Gabriel , RS, abandonei meu primeiro projeto de opala, que não convém a historia no momento, mas de algum modo me arrependo, e fui em busca de outro carro, mas não poderia ser qualquer carro, tinha que ser um opala, após um bom tempo de procura, com ajuda de amigos, parentes de minha esposa, colegas de trabalho, encontrei um opala/opala 1976 verde 4cil que estava para venda, mais rápido que um relâmpago, fui de encontro ao seu proprietário, passamos meses negociando, sem sucesso o velho era muito cabeça dura e eu muito afobado, neste mesmo dia eu já triste, desiludido quanto a compra do velho opala, chego em casa e minha esposa me convida para darmos uma volta nas revendas atrás do bendito opala, pegamos o fusca do meu sogro, e saímos rumo a fora, sei que já desistindo de procurar, eis que passa por mim este opala que ilustra as fotos com uma placa gigante de vende-se, passou lotado, sai de fusca a toda caixa atrás do opala sem sucesso (hahahahaha ,diferença de uma quadra e pouca se não me engano) até que enfim o encontrei bem na frente do Restaurante e Lancheria  d’Italia, parado, decidi então pegar o telefone do senhor que era então proprietário do veículo, marcamos um horário e fui até a casa dele resgatar a barca, um dos dias mais felizes de minha vida por sinal, mesmo sem freio, sem luzes, nada bem dizer funcionava, eu vi que aquele opala não era tão medonho, estava semi perfeito, alguns detalhes a fazer como normal em todo carro antigo e usado, mas era ele, percebi logo de cara, era ele.
Passada a fase de compra do veiculo vamos as partes engraçadas da historia, o primeiro mês era só alegria, balneários, folia,

Ao fundo o opala servindo de “bar” pra um de nossos churrascos, este no pedroso em São Gabriel , foram grandes festas com ele.


Mas o mais engraçado de tudo foi uma viagem que fizemos ao Passo do Ivo,  fomos até a pedreira da Palma com ele.

Na volta, o carro sem freio de mão, mal de freios uma loucura, pneus careca quase lisos, hahahahahaahaa, decidi por parar perto do Arroio da Planchada, eu, minha esposa Denise,  e meus sobrinhos Mathias e Lure, ao descer do carro, todos em sequencia, antes de fechar a porta o opala veio decidiu ir a água  era uma cena linda eu correndo atrás do opala, meu sobrinho na frente tentando para-lo, minha esposa me despraguejando, hahaha, mas sem futuro foi a água para minha sorte, ele ficou pela areia mesmo, eu meu cunhado Elton, minha cunhada Elisete e meus sobrinhos no braço, tivemos que tirar o opala de lá... foi uma tarde um tanto quanto conturbada. Pensem em sufoco, mas foi em certo modo divertido, muito divertido.


Passado um tempo, acabei por batendo meu opala em um uno(potinho de yacult reciclado) quebrando o pisca e amassando o para lama esquerdo do meu opala.


Detalhes, meros detalhes, pois a paixão que tenho por este carro me mantem firme no intuito de restaura-lo em totalidade \o/, e com o tempo vamos conhecendo grandes pessoas, amigos do peito mesmo, que dividem a mesma loucura, o amor pelos antigos,



Pessoas, cujas quais, chegamos a um ponto na amizade que os consideramos irmãos, como meu grande amigo Marcos Vinicius(servindo o mate), sua esposa Luciane e o grande Vitor de Brito, tem mais uma figura que não compareceu a nosso encontro, mas não posso deixar de menciona-lo também, meu grande amigo proprietário de um opala rat 1973 Rodrigo Porciúncula,  vulgo Cadillac.

Esta é a história até o momento de meu Opala.


Testando as as novas rodas.


Amigos em breve estarei postando mais fotos e novas histórias do meu Opala.

Thiago Prompt Barbosa















  




2 comentários:

  1. Obrigado Thiago, por enviar a história sua e de seu carro.

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  2. Bacana Thiago, logo o Opalao vai estar apavorando pelas rua! Boa sorte, guri!

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